Johnny Friedlaender

Professor, pintor, desenhista, gravador.

Friedlaender (1912 - 1992) grande artista do século XX, teve seus trabalhos expostos na Alemanha, França, Itália, Japão, Estados Unidos, Brasil, dentre outros.

Foi pioneiro na técnica da água forte, e ficou conhecido como patrono de diversos e importantes artistas que foram estudar em seu ateliê em Paris.

Após passar alguns anos em campos de concentração no regime nazista, refugiou-se em Paris, em busca de asilo político. Em 1950 conquistou o título de cidadão francês.

Em 1957 recebeu o prêmio na Bienal Kakamura em Tokyo, e, em 1957, foi premiado como professor pela UNESCO no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

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Arthur Piza

Arthur Luiz Piza (São Paulo SP 1928)

Piza em São Paulo estudou pintura com Antônio Gomide. Os estudos de gravura se deram com Friedlaender, em Paris, a partir de 1953. Dedicou-se logo depois à aquarela e à colagem. Participou diversas vezes da Bienal de São Paulo com várias premiações. Na França, participou do Salão de Maio (1953, 1956, 1958 e 1965) e da Bienal de Paris. Marcou presença na Bienal de Veneza em 1966. Foram numerosas suas participações em salões e coletivas de âmbito nacional e internacional, bem como suas exposições individuais pelo mundo: Nova York, Paris etc. No livro A criação plástica em questão, declarou o artista: 'Gravar para mim é rasgar, cortar, desarraigar uma superfície que resiste. E quanto mais resiste, mais decisiva será a marca deixada. Mais tarde, na tiragem da prova, este ato de cavar resulta em relevo, o qual receberá o papel. Todo o instrumento convém a esta agressão: buril, goiva, prego, martelo... Minha experiência pessoal dá preferência a toda sorte de goivas manejadas a martelo. Cada golpe de goiva é definitivo como o som de um instrumento.' Entre dezembro de 1998 e janeiro de 1999, expôs no Instituto Moreira Salles, São Paulo; em 2002, na Márcia Barrozo do Amaral Galeria de Arte, Rio de Janeiro.

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